Mãe em tempo integral

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Me lembro como se fosse hoje. Primeiro dia do meu retorno ao trabalho depois do nascimento do Pedro. Meu coração estava apertado. Meu pequeno de 5 meses estava com bronquiolite. Minha mãe e meu esposo o levaram naquela manhã à pediatra e depois para fazer exames. O raio X mostrou um princípio de pneumonia. Me senti covarde, eu tinha que ter largado tudo e ido pra lá ficar com ele. Mas precisava trabalhar. Era só o começo de muitos dias de culpa pelos quais eu iria passar.

Quase todos os dias eu ia para o trabalho chorando. Minha mãe me levava até o portão com o Pedro no colo. Ele com aquela carinha sapeca de sempre dizia: “Tchau, mamãe!” e eu me derretia toda. Ele estava bem, sendo bem tratado, com a pessoa que eu mais confiava no mundo para cuidar dele por perto, mas… não era eu que estava lá. E eu precisava me conformar.

Nessa época, não era uma opção. Eu precisava trabalhar. O dinheiro do meu esposo não era suficiente para nos manter. Mas coração de mãe não distingue essas coisas.

Quando eu chegava do trabalho e via uma gracinha nova do Pedro, eu vibrava. Procurava minha mãe correndo pra mostrar…olha, mãe, que lindo! Viu isso?. Ela me olhava tentando disfarçar, mas eu sabia. Aquela não era a primeira vez… e eu não estava lá na “estreia”.

Isso me machucou muito. Com o tempo, parecia que tinha me acostumado com essas coisas. Fui promovida no emprego, o salário cresceu, o tempo em casa diminuiu. Via cada vez menos meu filho. Nos finais de semana, o estresse era inevitável. Eu estava exausta!

Quando o Pedro estava com quatro anos, nasceu a Ana. E aí eu pude ver que eu não havia me acostumado. Simplesmente tinha varrido a sujeira pra debaixo do tapete. Surtei! Chorava cada vez que ia amamentar. Não queria me aproximar da minha filha. Não queria aquela dor novamente.

Meu leite secou. Minha filha perdeu peso. Entrei em depressão. Eu estava arrasada. Doía só de pensar em voltar. E aquela covardia enorme que me acompanhava não me permitia tomar a decisão que eu tanto queria!

Voltei a trabalhar. Mas entreguei o cargo. Me lembro de ouvir do meu chefe as seguintes palavras: Seus filhos não vão se lembrar das histórias que você conta pra eles, eles só vão querer saber se você vai ser capaz de pagar uma boa faculdade!. Escutei calada. Meu coração doía. Só pensava neles, meus pequenos crescendo longe de mim. O salário diminuiu. Mas eu ainda tinha que dar tchau todos os dias de manhã e entregar meus filhos para outras pessoas cuidarem.

Depois disso muita coisa aconteceu que não dá pra explicar aqui. Depois de aceitar o cargo de volta com um horário um pouco melhor, largar novamente, mudar de lotação para ficar mais perto de casa, engravidei mais uma vez. Deus estava me dando uma nova chance de ser mãe de verdade. Mas será que eu teria coragem de largar tudo?

Ah, eu esqueci de dizer que o meu trabalho era em uma empresa pública. O que tornou a decisão bem mais difícil!

Foram meses de desespero, medo, indecisão, angústia…até o último instante eu ainda não tinha me decidido. Mas quando faltavam 15 dias para voltar, eu tomei coragem! Pedi demissão! Minhas pernas tremiam, meu coração estava disparado, e eu só pensava na minha pequena.

Hoje sou a mãe que eu sempre quis ser. Hoje, eu tomo as decisões sobre o que meus filhos vão comer e vestir, eu escolho o que eles vão levar de merenda pra escola, dou banho, arrumo, acordo e tomo café com eles, troco as fraldas, brinco, curto cada momento. Sim, estou muito mais cansada! Sim, engordei! Sim, a preocupação me acompanha! Mas, quer saber? Não trocaria isso por nada! Nunca fui tão feliz!

Minha mãe

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A principal razão que me levou a criar esse blog foi tentar suprir o vazio que ficou quando minha mãe se foi. Não que ele pudesse substituí-la, mas eu já não tinha mais com quem dividir minhas idéias, pensamentos, sentimentos, e precisava desembocar isso tudo em algum lugar.

Minha mãe foi mais que minha amiga. Foi minha companheira fiel, minha cúmplice, meu alicerce, meu porto seguro. Demorei pra inaugurar esse “cantinho” do blog justamente pela dificuldade que ainda é falar dela. A saudade aperta o peito…

Mas sinto que preciso dar esse passo. Não espero que os sentimentos mudem, que a saudade diminua, nada disso. Apenas preciso pôr pra fora todo esse mar de sentimentos, pra não me afogar neles.

Ontem foi o primeiro dia das mães que passei sem a minha rainha. Não houveram lágrimas suficientes pra tanta saudade. Meu coração, agora órfão, se sente só. Meus dias têm sido desafios que enfrento com muito medo, porque agora não tenho mais o colo dela pra me abrigar. Me sinto mais menina do que nunca, perdida em meio a decisões que agora preciso aprender a tomar sem seus conselhos.

Um dia de cada vez. Foi assim que ela me ensinou. E assim eu tenho seguido. Buscando no sorriso dos meus filhos a esperança pra continuar. Buscando em Deus a força e o consolo pra não desistir. Colocando em prática o que ela me ensinou.

Seu sorriso, seu cheiro, seu carinho, sua voz, suas piadas, seus conselhos…tudo isso está aqui, dentro de mim. E ao me lembrar de cada detalhe, a tenho mais perto.

Feliz Dia das Mães! Te amo, mãe!

Desapega!

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Em tempos de crise temos que fazer verdadeiros malabarismos para dar conta de todas as despesas. E quem tem criança em casa sofre um pouco mais (um pouco? rs), porque se tem um ser nesse mundo que consome, é criança! E haja fralda, lenços, pomadas, leite, legumes e frutas frescas, sapatos que deixam de caber de um dia para o outro, roupas idem, brinquedos, remédios… e por aí vai…! Dói no bolso!

Minha dica hoje pra é: pratique o desapego!

Sem preconceitos! Antes de sair por aí dizendo que seus filhos não precisam de roupas e brinquedos usados, leia esse post até o fim.

Fui adicionada por uma amiga em um desses grupos. Fiquei apenas na “observação” por um tempo, mas depois que fiz minhas primeiras comprinhas, me encantei. Comprei várias peças semi-novas, algumas nem pareciam usadas, por precinho de bazar. Gente, vale tudo, roupas, sapatos, brinquedos e você encontra até peças que nunca foram usadas.

Nesse caso, estou me referindo a grupos fechados do facebook. Vale ressaltar que testei vários grupos, antes de escolher onde investir. Seguem algumas dicas pra te ajudar a decidir:

Produto – escolha pelo tipo que você quer comprar. Existem grupos somente para itens infantis, adulto, eletrônicos, games, etc. Fica mais fácil de escolher e as pessoas falam mais ou menos a mesma língua.

Local – escolha um grupo que reúna pessoas próximas a você. Grupos de outros estados dificultam a negociação porque o frete encarece o produto. Apesar de muitas pessoas adotarem a entrega via correios dentro do mesmo estado/cidade, a maioria opta pela entrega em mãos.

Administrador – preste atenção às regras do grupo e verifique o nível de atenção e cuidado que o administrador tem com o grupo. Regras claras e administradores exigentes fazem um grupo melhor, mais eficiente e diminui o risco de você se decepcionar com uma compra.

Propagandas – grupos abertos à propagandas são chatos, repetitivos e com certeza não será a escolha daqueles que têm os melhores produtos para venda. Escolha grupos que selecionem bem essas propagandas ou que não as permitam no grupo.

Entrega – escolha locais públicos para buscar seu produto. Apesar de estar fazendo negócio em um grupo fechado, a gente nunca sabe quem é a pessoa do outro lado.

Seja cortês – boa educação não é demais em lugar nenhum. Respeite as regras do grupo, não prenda a venda de ninguém, não critique preço ou o produto. Se não gostou, siga adiante, guarde suas opiniões para si mesmo. Quando escolher algo que lhe agrada, seja pontual no pagamento e quando for buscar. Ninguém gosta de perder tempo.

E fique à vontade para vender também. Se você é uma pessoa cuidadosa com os itens que tem em casa e tem bons produtos que não usa mais, desapega! A gente ajuda quem quer economizar, ajuda a natureza e ainda ganha uma graninha…!

Bons negócios!

Batman vs Superman

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No último fim de semana fui ao cinema com meu filho assistir ao filme Batman vs Superman e no meio da história me deparei com três super heróis que eu não reconheci de jeito nenhum. O Pedro falou baixinho no meu ouvido o nome de dois, o Aquaman e o Flash mas o terceiro nenhum de nós dois reconheceu…

Você deve estar me achando louca com esse assunto, né?

Mas o que tenho visto ultimamente é um abismo entre mães e filhos, principalmente dos meninos, depois que eles crescem um pouco. As redes sociais estão cheias de mensagens de mães dizendo que decoraram todas as músicas da Galinha Pintadinha, que dormem e acordam vendo Peppa, etc, mas não vejo mães se envolvendo com o mundo dos filhos depois que eles crescem. Trazê-los para o “nosso mundo” é impossível. Nós é que precisamos ir até eles e, assim como fazemos quando…

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Geração Smartphone

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No último sábado minha sobrinha, que completou 12 anos, decidiu comemorar seu aniversário com as amigas em uma sessão cinema em casa. A pedido dela, a tia aqui foi lá pagar mico (kkkkk) em meio a um grupo de pré-adolescentes e toda a energia interminável que elas têm.

Apesar disso, não demorou para que cada uma mergulhasse em seu próprio mundo, afinal, todas vieram na companhia de seus celulares e munidas de muito assunto para postar nas redes sociais.

Não posso deixar de expor a minha angústia em ver meninas tão novas com um apego tão grande a esses amigos eletrônicos e perdendo momentos tão preciosos. Tive que usar de muuuuuuita criatividade para “desconectá-las” e trazê-las ao mundo real.

No começo precisei me ambientar com os papos, me atualizar, afinal, os meus filhos ainda não chegaram nessa fase. Cheguei a levar uma chamada de uma delas ao falar “zapzap”.

Ah, não, tia, pelo amor de Deus, não diz zapzap, não!

kkkkkkk! Fazer o quê? Os meus ainda falam assim…

Mas acabei me enturmando… sou dessas tias palhaças… sabe?

Confisquei todos os celulares, entre muitas reclamações e pedidos de “ah, não, tia, por favor, eu não aguento…”. Foi difícil, mas conseguimos começar o filme. De terror, claro, senão não tem graça. Em pouco tempo elas estavam gritando, uma agarrada no meu braço, outras escondendo o rosto na almofada, e eu colocando a maior pilha…kkkkk

Na distração do filme, não percebi que elas foram pegando o telefone de volta. Uma delas soltou: “ah, então é ele!” e cochichou no ouvido da outra. Hã? Como assim? Elas entraram no google pra saber o final do filme? Poxa, que graça tem? Em segundos, todas já sabiam o final da história… affff…

Acabou o filme e elas voltam com tudo para o celular. Peguei um potinho com amendoins coloridos e comecei a jogar nas meninas. Opa, guerra de amendoim! A casa do meu irmão ficou cheia de doce pelo chão, mas valeu a pena! Elas largaram o telefone e por alguns minutos conseguiram se divertir sem a presença dele.

Vamos dançar! Liga o som aí! Volta todo mundo para o celular, agora para achar as músicas. Envia pra TV por bluetooth. (eu nem sabia que isso era possível…aff de novo). E bora dançar. Quando a música era boa, todas dançavam, se divertiam. Acabava a música, voltava todo mundo pro celular de novo.

Resumo da noite:

Me diverti muito, dancei muito e aprendi muito. Afinal, meus filhos vão chegar nessa fase e, apesar de todas serem ótimas meninas, fiquei pensando quais serão as memórias que elas vão guardar dessa fase da vida delas. E percebi que preciso me empenhar mais se quiser criar memórias reais para os meus pequenos, cheiros, sabores, lembranças palpáveis, que passem bem longe da tela de um eletrônico qualquer. Não me entenda mal, não pretendo isolar meus filhos do mundo, apenas dar a eles a oportunidade de viver experiências reais boas o suficiente para que esses eletrônicos sejam apenas acessórios, coadjuvantes dessa história.

Que a infância deles seja real. De mãos sujas e joelhos ralados.

Assim espero…

 

Para descontrair

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Há alguns anos a escola faz campanha para ensinar as crianças a combater o mosquito da dengue e meu filho mais velho vinha vestido de Aedes Aegypti. Agora, que a Ana também está na escola, foi a vez da nossa pequenininha vir fantasiada pra casa. Os dois brincaram de mosquito, correndo um atrás do outro imitando um frasco de inseticida pra “caçar” o bichinho.

Aí a gente pergunta pra Ana: “vamos brincar de mosquito da dengue?”

E ela responde: “de mosquito não, sou o zika vírus!”…kkkkk

Crianças antenadas!

Batman vs Superman

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No último fim de semana fui ao cinema com meu filho assistir ao filme Batman vs Superman e no meio da história me deparei com três super heróis que eu não reconheci de jeito nenhum. O Pedro falou baixinho no meu ouvido o nome de dois, o Aquaman e o Flash mas o terceiro nenhum de nós dois reconheceu…

Você deve estar me achando louca com esse assunto, né?

Mas o que tenho visto ultimamente é um abismo entre mães e filhos, principalmente dos meninos, depois que eles crescem um pouco. As redes sociais estão cheias de mensagens de mães dizendo que decoraram todas as músicas da Galinha Pintadinha, que dormem e acordam vendo Peppa, etc, mas não vejo mães se envolvendo com o mundo dos filhos depois que eles crescem. Trazê-los para o “nosso mundo” é impossível. Nós é que precisamos ir até eles e, assim como fazemos quando são bebês, conhecer esse mundo é fundamental.

Sou dessas mães que jogam vídeo-game, assiste filmes de super herói e brincam de guerra de cócegas. Que joga futebol. Que brinca de pique. O Pedro, meu filho mais velho, tem quase 9 anos e aaaaama uma bagunça e eu embarco com ele. É difícil, eu sei. Nessa idade as coisas já assumem uma velocidade difícil de acompanhar, e no meu caso, que além dele tenho duas meninas, é ainda mais desafiador. Mas acredito que interagir com essas coisas é a melhor forma de chegar ao coraçãozinho dele, não só como mãe, mas de conquistar a confiança do meu pequeno.

Alguns assuntos ficam por conta do pai. Carros, por exemplo. Ambos amam carros, principalmente os “clássicos”. Eu, por outro lado, não consigo distinguir a maioria dos modelos, sou uma negação no assunto. Mas mãe, é mãe né? Temos a sutileza para perceber pequenas mudanças, um olhar, uma atitude diferente. Mas pra isso precisamos conhecer o que os rodeia, seus gostos e preferências, até pra protege-los. Mesmo desenhos animados aparentemente inocentes podem provocar a intolerância, o preconceito, a inversão dos valores nos quais criamos nossos filhos. Reprimir não adianta. É preciso haver diálogo. Constantemente.

Aí voltamos ao assunto do começo desse post, que vai muito além do conhecimento dos personagens. Vai muito além de saber a diferença entre os personagens da Marvel e da DC Comics. Vai muito além de saber que é bom ou mau, até porque, nesses casos, às vezes quem é bom vira mau e vice-versa. É entender que tudo isso é um caminho para a discussão, a interação e o diálogo, porque é através desse universo de bons e maus, que podemos ensinar às crianças que nem todo super herói é perfeito, que nem toda escolha é bem sucedida e que toda ação tem consequência. É ensinar conceitos através da realidade deles, é falar a língua que eles falam, mesmo quando já não são tão pequenos.

Não sou psicóloga. Nem pedagoga. Sou mãe. Uma mãe que descobriu a duras penas que precisava aprender essa “linguagem” para conseguir construir uma ligação real com seu filho. Não foi fácil. Aprendi em meio a muitas lágrimas. A muita culpa. A muito medo de não dar certo. Hoje conversamos sobre tudo, e temos assunto, viu? Saímos juntos. Lemos juntos. Bem menos do que gostaríamos… Compartilhamos sonhos e idéias. Dividimos sentimentos.

Ainda há um longo caminho pela frente. Muitas mudanças ainda virão. Os desafios serão cada dia maiores. Mas hoje, mais do que mãe e filho, somos amigos! E isso faz toda a diferença! Graças a Deus!

Rápido e saudável

Desde que comecei a prestar mais atenção à alimentação de todos aqui em casa, percebi que mudanças simples fazem muuuuuita diferença. A correria do dia-a-dia nos faz reféns de produtos industrializados e nos faz acreditar na impossibilidade da mudança, e assim, nos acomodamos e deixamos passar oportunidades maravilhosas de presentear nossos filhos com uma vida mais saudável.

Um dos alimentos vetados aqui em casa são os chamados nuggets. O vídeo abaixo, do canal Do Campo à Mesa, mostra porque esse alimento deve ser evitado e como é simples e fácil substituí-lo mantendo a praticidade.

A receita que uso aqui em casa é simples e as crianças amam! Aprendi com a minha sogra. Dá pra deixar congelado, exatamente como estaria o industrializado. Não precisa descongelar e pode ser frito ou assado. É assim:

Corte os filés de peito de frango em bifes ou tirinhas e tempere com sal, pimenta, alho, cebola, salsinha, ou o que mais preferir. Gosto de deixar no tempero por umas duas horas antes de empanar, coberto, na geladeira. Passe os pedaços de frango no ovo batido e em seguida em uma mistura de farinha de trigo e farinha de rosca misturadas, na mesma proporção. Coloque em potes, separados por saco plástico ou filme e congele. Quando precisar, é só fritar com pouco óleo, direto do congelador para a frigideira. Fica delicioso!

Novo surto H1N1

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E ela ataca novamente! Como se não bastasse nos preocupar com repelentes, água parada e inseticidas, agora devemos incluir outros cuidados em nosso dia-a-dia para nos prevenir da Influenza A, gripe causada pelo vírus H1N1, que está voltando com tudo. Já são mais de 250 casos confirmados e mais de 30 mortos só no Estado de São Paulo. Mas o Brasil inteiro precisa ficar alerta!

Enquanto a vacina ainda não está disponível, o que podemos (e devemos) fazer é nos prevenir. Lavar as mãos com frequência, com água e sabão, acompanhar e ensinar as crianças a fazê-lo de modo coreto e ter sempre álcool gel por perto. Aliás, ter sempre um frasco na bolsa é muito útil principalmente quando estamos em locais com grande número de pessoas, como ônibus, trem e metrô, por exemplo.

 A vacinação na rede pública vai de 30 de abril a 20 de maio, conforme informação do ministério da saúde. Enquanto isso, sintomas característicos de gripe, como febre, dor no corpo, coriza, tosse, indisposição, falta de apetite devem ser observados e encarados com cuidado, nunca ignorados e medicados sob orientação de um especialista.